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Diga-nos o tamanho da sua equipa, a configuração atual (VPN, RDP, PCs de escritório, espaços de trabalho cloud), países ou regiões alvo, modelo de implementação preferido (Connect, Cloud Workspace ou Híbrido) e quaisquer requisitos de segurança ou conformidade. Prepararemos uma revisão de arquitetura e um plano de implementação.
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Contacte a equipa Intryl — responderemos com os dados que indicar, normalmente num dia útil.
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Perguntas frequentes
Estas perguntas resumem tópicos comuns de implementação, acesso, espaços de trabalho e operação em torno do MyWorkspace.
Experiência do usuário
O que é o MyWorkspace e para quem foi feito?
MyWorkspace by Intryl é um portal de acesso ao trabalho governado: substitui fluxos VPN fragmentados por uma única porta de entrada no browser, sob atribuição e política. É para organizações que precisam de acesso atribuído a PCs de escritório, desktops alojados, workspaces na cloud e cenários híbridos—sem enviar portáteis para todo o lado nem manter ferramentas de acesso em paralelo.
O que é que um utilizador vê mesmo depois do login?
Depois de entrar no portal do inquilino só vê os workspaces, ambientes ou recursos operacionais que lhe foram atribuídos. Consoante o desenho, um alvo de arranque pode ser um PC de escritório, um desktop alojado, um ambiente Linux ou Windows, um workspace em servidor ou uma aplicação interna. No arranque, a sessão é intermediada pela plataforma e fica disponível via experiência orientada ao browser ou outro caminho de cliente aprovado pela política. O endpoint é sobretudo superfície de acesso—não o ambiente onde corre a carga.
Os utilizadores podem trabalhar a partir de dispositivos pessoais?
Sim. A ideia é acesso controlado a ambientes atribuídos—não assumir que cada endpoint é uma estação gerida permanentemente. As políticas adaptam-se à vossa postura de segurança e operação.
Existe demo—e como devemos usá-la?
Sim. A demo pública abre a partir do ponto Demo neste site e percorre um inquilino de exemplo seguro com fluxos representativos. Ideal para avaliação e demos a stakeholders—não para credenciais de produção.
Que browsers e endpoints são realistas no dia a dia?
O portal visa browsers evergreen modernos em Windows, macOS e Linux como já implantam. Objetivo: menos clientes pesados à medida; portáteis normais e desktops geridos mantêm-se no âmbito.
Infraestrutura
Em que difere de «instalar mais um cliente VPN»?
Os utilizadores começam num portal HTTPS com atribuições conscientes do inquilino e política—não num cliente pesado que «achata» a rede. A conectividade para os alvos é intermediada por caminhos alinhados com a vossa arquitetura; administração, fluxos de autenticação e sinais orientados a auditoria ficam no nível do portal.
O que acontece durante o arranque de um workspace?
Em linhas gerais, a plataforma resolve o contexto do inquilino, valida atribuições e política no servidor, media um caminho de arranque aprovado e expõe o ambiente através do modelo de acesso configurado.
O trabalho corre no dispositivo local?
Nos modelos mais comuns a execução mantém-se ligada ao ambiente remoto atribuído enquanto o endpoint serve principalmente de superfície de acesso. Assim as organizações apresentam ambientes operacionais de forma mais consistente sem meter cada dispositivo no limite de confiança interno.
Que tipos de ambientes se podem expor?
Dependendo do desenho do inquilino: PCs de escritório, desktops alojados, ambientes Windows ou Linux, recursos macOS, workspaces na cloud, sistemas em servidor ou aplicações operacionais internas.
O mesmo portal pode expor tipos de ambiente diferentes?
Sim. Um único inquilino pode expor PCs de escritório, workspaces alojados, ambientes na cloud, sistemas em servidor, ambientes de SO e aplicações internas com o mesmo modelo de atribuição e arranque.
Um inquilino pode combinar PCs de escritório com workspaces na cloud?
Sim. Um inquilino pode expor equipamentos de escritório, desktops alojados, workspaces na cloud, sistemas internos e ambientes operacionais com o mesmo modelo de atribuição e acesso.
Qual a diferença entre o portal e o ambiente alvo?
O portal do inquilino trata da identidade, da apresentação consciente das atribuições e da orquestração de arranques. Os ambientes alvo continuam sistemas operacionais separados, alcançados por sessões aprovadas—não fazem parte do domínio de confiança do portal.
O MyWorkspace exige VPN tradicional?
É concebido para reduzir fluxos pesados em VPN. Após integração, o acesso é via portal e fluxo de arranque protegido; controles de rede ou edge do cliente podem integrar o deployment.
O que inclui o MyWorkspace?
Um portal tenant-aware, controles administrativos, gestão de usuários e funções, fluxos de arranque baseados em atribuições, acesso a espaços de trabalho orientado ao navegador e conectividade controlada para PCs de escritório, espaços na cloud, ambientes alojados em servidor e recursos operacionais internos.
Substitui todas as camadas de segurança?
Não. É uma camada gerenciada de acesso seguro ao trabalho que convive com edge, zero trust, SSO e controles do ambiente alvo.
Implementação
Como são atribuídos utilizadores a ambientes?
Os administradores definem utilizadores, funções, atribuições e alvos de arranque no contexto do inquilino. A plataforma resolve essas atribuições no servidor antes de mostrar ambientes ou caminhos de arranque.
O MyWorkspace substitui VPNs ou gestão de endpoints?
Não está pensado como substituto direto de cada camada existente. Gestão de endpoints, identidade, VPNs, segmentação ou outras ferramentas podem continuar onde fizer sentido. A plataforma foca-se na apresentação de workspaces com contexto de atribuição, caminhos de arranque governados, fluxos no browser e conectividade controlada para ambientes aprovados.
Podemos manter a infraestrutura atual?
Sim. O MyWorkspace foi desenhado para conviver com ambientes e investimentos existentes. Podem continuar com identidade, alojamento, PCs de escritório, modelos de segmentação e ferramentas operacionais—enquanto introduzem uma experiência de acesso e arranque mais unificada.
Todos os deployments são iguais?
Não. Variam consoante requisitos, modelo de infraestrutura, arquitetura de identidade, tipos de workspace e desenho dos ambientes. A plataforma suporta vários padrões operacionais em vez de uma topologia rígida.
Como costuma ser o rollout ou um piloto?
As equipas costumam começar com piloto limitado: utilizadores-alvo, políticas de atribuição claras e métricas de onboarding e tickets. A escala segue quando o modelo de acesso está provado—horizontes de semanas a meses são realistas com pré-requisitos alinhados.
Como pedimos preços ou proposta comercial?
Usem o formulário de contacto ou o email indicado. Incluam ordem de grandeza de utilizadores, regiões e se precisam de conectividade a escritório, workspaces na cloud ou ambos—isso acelera uma resposta à medida.
Onde ler uma visão técnica mais profunda?
Comecem pela Technology overview para linguagem de arquitetura; depois a vista orientada a programadores sobre limites de confiança—ligada nesta página de contacto.
Como encaminhar vendas versus questões técnicas?
Pilotos comerciais, preços e planeamento de rollout: este formulário ou email. Arquitetura, pacotes de revisão de segurança e postura de integração: primeiro as páginas Technology, depois os mesmos canais com contexto.
Os administradores podem gerenciar de forma centralizada?
Sim. Gerenciam usuários e atribuem espaços, aplicações remotas ou dispositivos permitidos.
Segurança
Como funcionam autenticação e segundo fator?
O login passa pelo fluxo do portal com marca da empresa. Quando a política exige, a MFA integrada faz parte da jornada—não está colada de forma inconsistente em cada imagem de dispositivo.
Como é aplicado o isolamento de inquilino e utilizador?
Metadados operacionais e configuração ficam particionados por inquilino. As verificações do plano de controlo resolvem no contexto do inquilino: arranques entre inquilinos são rejeitados por construção.
Podemos integrar o nosso IdP ou roadmap SSO?
A direção do produto favorece fluxos de identidade próximos de standards onde a interoperabilidade importa. Protocolos e janelas concretas cabem numa revisão de arquitetura—usem Contact ou Technology para iniciar.
A 2FA está incluída?
Sim, com suporte no fluxo de acesso quando a política exige.